Os conceitos desta teoria foram criados para nomear mecanismos que existem mas não tinham nome. Você não pode agir sobre o que não consegue nomear.
A teoria descreve o movimento de agentes dentro de sistemas através de quatro verbos. São neologismos — palavras novas para mecanismos que existem há muito tempo sem nome.
Todo agente dentro de qualquer sistema transita por estados. A maioria fica no primeiro. Poucos chegam ao quarto — e quando chegam, não voltam.
A taxonomia de sistemas é construída sobre quatro eixos independentes. Cada eixo tem dois valores possíveis: positivo (+) quando o sistema permite o movimento, negativo (−) quando o bloqueia.
Sistemas não são estáticos. A posição de um sistema na taxonomia muda ao longo do tempo pela ação de duas forças opostas que operam simultaneamente.
Os quatro eixos (P, E, S, R) combinados com o campo de forças (D, T) geram dez tipos de sistema. Cada tipo é uma configuração distinta de como um sistema trata a transcendência de seus agentes.
O Índice de Degralização Corporativa é o instrumento de aplicação prática da taxonomia. Transforma o critério central em diagnóstico mensurável.
A pergunta central desta teoria — "este sistema prospera quando seus agentes crescem, ou precisa que permaneçam limitados?" — não deve ficar apenas na filosofia. O IDC a operacionaliza: coleta dados públicos de cinco fontes (Glassdoor, LinkedIn, Reclame Aqui, JusBrasil, Relatório de Investidores), calcula scores por dimensão e classifica a empresa em um dos dez tipos.
O diagnóstico é auditável: todo número é derivável por fórmula explícita. Nenhum score depende apenas de julgamento qualitativo.